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A história que conquista o público

Uma palavra tendência no mundo da comunicação é Storytelling. Mas ao que, exatamente, essa palavra se refere, é o que muitos se perguntam. E a resposta é bastante simples. Ela é nada mais do que a junção de dois termos da língua inglesa:

Story
História
Telling
Dizer

 Que juntas significam o ato de criar histórias com um segmento narrativo, algo que no meio do marketing se refere a criação de histórias com base na marca, persona, público-alvo, produto ou qualquer outro fator representativo à empresa. É uma forma de envolver e persuadir o público de uma maneira menos agressiva, prática que vem se tornando uma nova premissa para o marketing do mundo da era digital.

 A ideia é que a narrativa desenvolvida seja atrativa e personalizada, com o foco de atingir o emocional do público alvo, de cativá-lo e, por conseguinte, criar um vínculo afetivo de cliente e marca. É interessante que a história seja acompanhada de visuais atrativos, de um personagem que seja empático, de diálogos com credibilidade, de uma narrativa que apresente um conflito e clímax e, por fim, se possível, que oferece interatividade ao receptor. A história contada pode ser tanto fictícia como algo real.

 Caso opte por uma história fictícia, não existe uma fórmula secreta para o desenvolvimento de um storytelling, porém algumas sequências de narrativa são bastante conhecidas, além do uso dos arquétipos provindos da psicologia, que auxiliam na construção do personagem.

 Um dos principais auxílios é a famosa Jornada do Herói, conceito introduzido por Joseph Campbell, após estudos de histórias da mitologia.

 Sendo o herói apenas um dos arquétipos existentes da lista, existem outros, tão atrativos quanto, que podem ser utilizados na construção de abordagem de uma narrativa. Primeiramente, entenda que arquétipo é um conceito provindo das áreas de filosofia e psicologia, e refere-se a um conjunto de ideias e modelos antigos, classificados como primeiras impressões. Essa expressão foi apresentada e desenvolvida por Carl Gustav Jung, discípulo de Freud.

Conheça os outros 11 arquétipos que compõem o grupo de 12 arquétipos básicos:

O Inocente
Também conhecido como: utópico, tradicionalista, ingênuo, místico, santo, romântico e sonhador.
Livre para ser eu e você
O Cara Comum
Também conhecido como: o bom menino, a pessoa da porta ao lado, o realista, o cidadão sólido, o trabalhado rígido e o o bom vizinho.
Todos os homens e mulheres são iguais
O Herói
Também conhecido como: o guerreiro, o salvador, o soldado, o matador de dragão, o super-herói e o vencedor.
Onde há uma vontade, há um caminho
O Prestativo
Também conhecido como: o santo, o altruísta, o pai e o ajudante.
Ame ao seu próximo como a si mesmo
O Aventureiro
Também conhecido como: o explorador, o andarilho, o individualista e o peregrino.
Não levante cercas a minha volta
O Fora da Lei
Também conhecido como: o ilegal, o revolucionário, o selvagem e o rebelde.
As regras são feitas para ser quebradas
O Amante
Também conhecido como: o parceiro, o amigo íntimo, o entusiasta, o sensualista e o cônjuge.
Só tenho olhos para você
O Criador
Também conhecido como: o artista, o inventor, o inovador, o músico, o escritor e o sonhador.
Se você pode imaginar algo, isso pode ser feito
O Bobo da Corte
Também conhecido como: o malandro, o palhaço, o brincalhão e o comediante.
Se eu não puder dançar, não quero tomar parte da sua revolução
O Sábio
Também conhecido como o: erudito, o pensador, o filósofo, o acadêmico, o pensador e o mentor.
A verdade vos libertará
O Mago
Também é conhecido como: o visionário, o inventor, o xamã, o curandeiro e o feiticeiro.
Tudo pode acontecer
O Governante
Também conhecido como: o chefe, o líder, o ditador, o aristocrata, o rei, a rainha, o político, o gerente e o administrador.
O poder não é qualquer coisa, é a única coisa

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