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Prosumidor: um termo atemporal para o novo consumidor

 Atualmente, traçar o perfil do consumidor pode ser uma das ações mais complexas no mercado, ainda mais se considerarmos a diversidade comportamental, que mesmo dentro de nichos de personalidade, ainda apresenta diversidades amplas de consumo. Para tornar tudo ainda mais complexo, vivemos em um período de transformação constante, principalmente quando se trata de mídias de comunicação e tecnologia. Ferramentas, estas, que estão sendo moldadas justamente pelo público, que as adapta conforme suas novas visões e, assim, altera seu modo de consumo e relacionamento com as marcas. É nesse ponto, que o conceito de prosumidor mantém-se tão importante, mesmo 30 décadas após seu surgimento.

  Um termo básico proveniente da junção das palavras produtor e consumidor, que nada mais é do que a concepção de que uma parcela (hoje em dia, grande maioria) dos consumidores além do ato de consumir, ou durante este ato, também se tornam produtores de conteúdo e ideias para a marca, divulgando-a durante este processo.

  Algumas das formas mais comuns de exercício de um prosumidor é através de blogs e redes sociais, seja em um stories no Instagram, em um check-in no Facebook, em um vídeo no YouTube, em uma resenha no blog pessoal ou profissional, em um tweet no Twitter, ou até nas avaliações (famosas estrelinhas) em sites e mídias. Em maior magnitude, atitudes como essas podem levar a manifestações, eventos e campanhas de grandes grupos, que levam a ascensão ou queda de produtos e marcas.

 Ou em casos mais específicos, vemos o próprio serviço e experiência do cliente se transformando e se tornando próprio para um prosumidor, em exemplos como Netflix ou iFood, onde o cliente tem o poder de escolha. Diferentemente de um consumo clássico, ele pode escolher seu alimento ou qual conteúdo e de que forma assisti-lo.

  Em grande escala, isso surge com a transformação da comunicação e do papel do público, que abandona o papel de um simples receptor passivo para o de produtor conjunto, com a possibilidade de diálogo, interatividade, crítica, colaboração e engajamento. Com essa maior liberdade, as premissas do controle das marcas e do público de massa vão por água abaixo e abrem caminho a uma co-relação, que pode ser tanto positiva quanto negativa.

  O importante é não ignorar o novo consumir e recebê-lo como parte da equipe. Os conteúdos por eles produzidos são de extremo valor, algo que é perceptível no fato de que duas das grandes tendências do Instagram em 2018 são o uso da produção de seguidores e a divulgação de influencers. E, sempre lembre-se: um prosumidor que se sente bem atendido, recepcionado, como parte real do diálogo da marca, tende a se fidelizar a ela e criar um ciclo de divulgação muito positivo e promissor.

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