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Qual será o profissional do futuro?

 Responder a questão ‘o que você quer ser quando crescer?’ vem se tornando algo bem mais complexo nos últimos anos, e o causador dessa mudança é a tão falada transformação digital, que vem permeando não somente nossas vidas pessoais, mas também, o mercado e as carreiras profissionais.

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das ocupações que vão existir em 2019 ainda não foram criadas
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das profissões dos nossos filhos são diferentes das que temos hoje, afirma diretora da BMC no Brasil, Marcia Nakahara

 Quando fala-se de transformação digital, não limite-se apenas ao uso de meios digitais, mas sim, pense mais além. Questões como big data, design thinking, internet das coisas, sistemas totalmente digitalizados, e até inteligência artificial. Esses são os futuros do ambiente de trabalho, e por consequência, de todos os profissionais.

“A transformação digital das empresas já é uma realidade. Para se ter uma ideia, 99% das maiores empresas listadas pela Forbes já estão nessa jornada.”

Marcia Nakahara

 Categoriza-se, assim, uma visível mudança quando se trata de cargos, áreas de trabalhos e formação educacional. O que não significa que certas profissões serão extintas ou que o desemprego reinará, apenas que muitas das profissões que conhecemos hoje irão passar por transformações e renovações. Isso, pois, constantemente, novos formatos de profissão e especialização vão sendo criados com base em novas necessidades que estas tecnologias apresentam ao serem inseridas no dia a dia das empresas,  

 Cargos nas áreas de TI, marketing digital, biotecnologia, estatísticas e logística tendem a crescer em grande escala, e as próprias profissões clássicas já existentes se veem obrigadas a se reinventarem, adaptando seus conhecimentos ao novo mundo profissional.

 Tendo isso como premissa, alguns fatores tornam-se importantes para categorizar o que será o tal do profissional do futuro: flexibilidade, transdisciplinaridade, criatividade, senso crítico, diversidade, colaboratividade e conhecimento técnico.

Flexibilidade

A flexibilidade torna-se importante pela necessidade de adaptabilidade em um mercado que está constantemente em mudança e desenvolvimento. A tecnologia se renova com velocidade e novas necessidades surgem a todo momento, portanto, o profissional precisa ter noção de que a aquisição de conhecimento é eterna e que os setores de serviço podem ser alterados a qualquer momento.

Transdisciplinaridade

A transdisciplinaridade vem exatamente para isso, para que o profissional seja multi-conhecedor, que busque conhecimento constantemente e em diferentes áreas, pois não basta saber apenas o básico que sua profissão exige. É exatamente isso que esta palavra, que parece muito complicada, significa: a união de diferentes conhecimentos para aprofundarmos o entendimento geral do mundo. Por isso, o estudo contínuo deve sempre fazer parte de uma jornada de exploração de métodos e junção de diversas escolas de saber. Portando, o engenheiro deve explorar conhecimentos de ciências da computação, assim como, o técnico em informática deve conhecer questões financeiras, e por conseguinte, o contabilista deve explorar relações humanas e antropológicas, e a roda do conhecimento gira. Fatores como sustentabilidade são ótimo exemplos da necessidade da junção transdisciplinar de diferentes saberes para que possamos compreender uma realidade por completo, e assim, executar um trabalho de melhor excelência.

Senso crítico e Criatividade

Neste ponto, surge a importância do senso crítico e da criatividade. Ambos são extremamente importantes para que haja avanço e inovação. Sem senso crítico não é possível realmente entender as situações e suas consequências éticas e gerais. É preciso um profissional que seja auto-crítico e crítico no geral, que saiba analisar os pontos e interpretar as situações utilizando-se de seus conhecimentos e habilidades. E sem a criatividade, não é possível sair do status quo, ou seja, permanecemos estagnados. É o criativo que cria, que faz avançar, que é o combustível de energia para que as inovações surjam.

Diversidade e Colaboratividade

E para que o ambiente seja ainda mais criativo e crítico, é preciso a colaboratividade e a diversidade de profissionais. Ambientes mais diversificados socialmente (incluindo neste dado fatores de raça, gênero, idade, nacionalidade e sexualidade) são mais propensos a inovação. O diferente amplia as fronteiras e abre espaço para uma maior troca de conhecimento, onde a colaboração é a chave para o crescimento. Totalmente sozinho já não chegamos a algum lugar.

Conhecimento técnico

Por último, mas não menos importante, o conhecimento técnico torna-se de extrema necessidade. Em uma sociedade onde, cada vez mais, a tecnologia é o centro das atividades, o conhecimento técnico é obrigatório para que saibamos pelo menos com o que estamos lidando. E acredite, independente da profissão que você exerce, pode ter certeza que seu principal companheiro de trabalho, em um momento ou outro, será alguma tecnologia digital.

Para saber mais

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