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Marketing + Big Data: uma relação promissora

Estamos em constante transformação, com isso a forma que vemos o produto/serviço, nos relacionamos com a marca e consumimos também está em mutação. Neste processo, entender os novos comportamentos do cliente é essencial para que o setor de marketing consiga acompanhar as mudanças e ditar as tendências, sem tornar-se obsoleto.

Esta é a premissa do marketing, entender o mercado e criar estratégias que insiram a marca com sucesso e impacto positivo em relação ao cliente. Seu objetivo é a venda final e fidelidade do consumidor, mas seus meios são os mais diversos e se alteram com o tempo.

Na nova era, a transformação digital reina e tem influências em todos os setores de uma empresa, principalmente, no marketing. Dentro deste conceito, o Big Data se apresenta como uma ferramenta primordial para desenvolver estratégias e ações de sucesso e impacto.

Não lembra ou não sabe o que é Big Data?

Confere nosso texto especial "Big Data: a revolução dos dados"

Desta forma, o massivo conjunto de dados gerados pela interação digital (desde redes sociais a acesso em app’s) servem como fonte precisa de conhecimento acerca dos clientes – seus gostos e comportamentos – assim como, a visão da marca, sua competitividade e o resultados/engajamento de suas campanhas.

Todavia, a relação entre marketing e Big Data ainda está em seus primeiros passos e timidamente explora as possibilidades dessa parceria.

Primeiros passos 

Aos poucos, os setores de marketing vão se transformando e englobando o Big Data como tecnologia norteadora para muitas de suas ações. Destacamos estes com os principais pontos dessa relação, ainda inicial:

Posicionamento de mercado e precificação

Entender a qual lugar, nicho e público seu negócio pertence é crucial para o sucesso do seu produto/serviço. Os dados e informações colaboram para o posicionamento correto, de acordo com as expectativas e poder aquisitivo dos clientes, assim como, em relação à concorrência.

 


 

Experiência do cliente

O marketing atual não existe sem o foco no cliente e em uma experiência positiva e duradoura. Para garantir isso, ter acesso a diversas informações sobre o cliente, como seus gostos e comportamentos de consumo, garante uma relação mais personalizada, que irá tornar a experiência ainda mais única.

 


 

Análise e geração de conteúdo

O conteúdo é outro grande foco do marketing nas mídias digitais. Trazer relevância e conectar-se ao cliente por meio do conteúdo, ao invés de publicidade agressiva, transforma a conexão em algo mais natural e profundo. À vista disso, é necessário saber quais conteúdos produzir e como, além de avaliar a recepção e engajamento do consumidor, nisso o Big Data fornece o caminho para produzir e analisar de forma certeira.

O fator criativo 

Ao contrário do que muitos podem pensar, fatores de exatas e criatividade podem andar em conjunto, sem dicotomia ou anular um dos lados. Vale relembrar isso para que se entenda o vínculo entre Big Data e criatividade.

Neste caso, as informações e técnicas científicas servem para instigar e trazer credibilidade a ações criativas do marketing. Por exemplo, para montar uma campanha você pode baseá-la inteiramente em um dado que descobriu sobre seus clientes, como foi o caso da Dove, que criou a campanha “Retratos da Real Beleza”, baseado em dados de autoestima da população feminina: apenas 4% das mulheres se consideram bonitas e 80% sentem-se ansiosas sobre a aparência, são exemplos dos dados utilizados.

Os dados também comunicam-se com o cliente e fazem com que ele se sinta parte de uma proposta, como no caso desta campanha do banco Santander:

Dados são os melhores estímulos de insights, as famosas ideias e visões criativas que despertam grandes transformações e criações, isso ocorre pois essas informações nos ajudam a entender o comportamento da sociedade, suas tendências, sentimentos, relações e sonhos. Isso é conhecido como Data Driven Marketing (marketing guiado pelo dado). 

0%
das empresas que utilizam Big Data, buscam pela segmentação de clientes e personalização de serviços/estratégias, segundo dados da Abeerden.

Mas como já comentado em nosso texto sobre Big Data, o uso de dados dos indivíduos deve ser realizado de forma ética, com transparência, respeito à privacidade e para fins adequados, fuja de ações que possam ser classificadas por palavras como “manipulação” e “persuasão”.

Capacitação 

O trabalho com dados exige um profissional capacitado para entender o que os dados comunicam, como encontrá-los, cruzá-los e utilizá-los. Assim como, introduzir o uso de dados deve transformar a mentalidade e forma de trabalho de todos no setor de marketing.

Com isso, sempre que possível, os dados devem ser consultados, para que as ações sejam feitas com precisão, sem adivinhas ou “achismos”. E os profissionais devem incluir em suas ações pensamentos de cunho científico, buscando utilizar técnicas e estatísticas para estimular e embasar a criatividade e as estratégias. 

Para isso, uma capacitação empresarial e profissional é exigida, para que o colaborador introduza em sua rotina uma visão mais transdisciplinar em relação ao trabalho e sinta-se à vontade para experimentar novos caminhos, sem deixar o lado ético de lado. 

Quer saber mais?

Leia o texto "Como preparar sua equipe de marketing para utilizar dados", do site Transformação Digital.

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