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A era do compartilhamento e do empreendimento

 Tudo na vida se transforma, se renova e surge a partir de novos conceitos. Essa é a básica para entender as novas premissas da área profissional, que nos últimos anos entrou em uma promissora era de novas nomenclaturas que estão transformando todo o processo. Algumas delas são: coworking, startup e as já bastante conhecidas, mas não tão acessíveis, freelancer e empreendedorismo.

 Talvez, esta seja a questão mais incrível de todas, não em si somente o surgimento destas palavras, mas o fato de que tudo isso vem se tornando cada vez mais acessível a todos, realmente sendo uma escolha pessoal do profissional. O que antigamente era luxo de escolha e conhecimento de pessoas de maior estrutura econômica, hoje é possível a praticamente todos. Tanto que empreendedorismo e marketing sempre fizeram parte da classe baixa e média, só não eram conhecidas por esse nome ou aprendidas em universidades a partir de pensadores e inovadores, mas sim, ensinadas no dia a dia da vida.

 Com esse ponto, entramos em outra maravilha desse novo mundo de possibilidades profissionais que está se construindo: o compartilhamento. O conhecimento, as habilidades e as experiências não são mais unicamente de uma pessoa para si, a nova era abre as portas às parcerias, às trocas ou até simples conversas na pausa do café. Todo momento torna-se propício para compartilhar e trabalhar em união, sem necessariamente se prender a um vínculo. É a grande expansão da rede de contatos que busca aproveitar ao máximo o talento de todos.

 Claro que isso não significa que todos virarão freelancers ou empreendedores. Isto é só uma ideia de que muitos se tornaram adeptos em momentos da vida profissional ou durante toda sua continuidade. Ou talvez, tudo servirá como uma faísca de mudança que pode influenciar a funcionalidade das próprias empresas tradicionais. Não que esse novo sistema de trabalho não apresente suas dificuldades e problemas, porém, com toda certeza, é um novo ar aos pulmões da economia, da criatividade e da produção.

 Para entender melhor o que são essas novas nomenclaturas que vêm tomando força no mundo dos negócios, criamos uma pequena explicação de algumas delas:

STARTUP 

 Alguns consideram esse termo como a definição de todas as empresas e empreendimentos em seu período inicial. Contudo, muitos acreditam que essa definição seria um tanto genérica, e que na verdade, essa palavra se referiria a todos os modelos de negócio que são gerados com baixo custo de manutenção e com o objetivo de crescimento rápido sem grande alteração do custo investido, apenas aumento de receita. Nisso se inclui o fato de que o investimento inicial quase sempre é incerto, no caso, sem certeza de sucesso.

FREELANCER 

 Um termo já mais conhecido, ele basicamente refere-se a todos os trabalhadores autônomos que prestam serviços de forma terceirizada sem nenhum vínculo permanente com a empresa. Muitas profissões já contam com inúmeros profissionais que resolveram seguir este método de trabalho, seja como valor extra ou como base única de renda. Algumas que podem ser citadas são: tradutor, jornalista, programador, designer gráfico, produtor de vídeo, webdesigner, ou até motorista de Uber.

COWORKING 

 Um espaço criado especialmente para o uso de autônomos, empreendedores e startups desenvolverem seus trabalhos e projetos. Ideal para aqueles que procuram economia no início de um empreendimento, e querem fugir dos altos aluguéis das salas comerciais, e àqueles que buscam um local sem distrações e sem o sentimento de isolamento, especial ao que realizam homeoffice (trabalham em casa).


 Estes ambientes oferecem uma facilidade de networking e troca entre profissionais, tornando-se assim uma local bastante inspirador, que permite parcerias e conexões. Além disso, muitos destes investem em serviços diferenciais para lazer e melhora do espaço de trabalho, como lounge, área de café ou jogos, descanso, ou até ioga e outras atividades.

ECONOMIA COLABORATIVA  

 Este é o real conceito de compartilhar colocado em prática na área dos negócios através da tecnologia. Resumindo, são os empreendimentos que buscam ser ferramenta na economia colaborativa ou que são formulados a partir dela. No caso, pode ser um aplicativo ou loja que parte do princípio de troca ou colaboração de serviços ou materiais. Esse método de trabalho cresce em meio aos adeptos de uma produção mais consciente, com a ideia de usar ao invés de ter. Assim, obter acaba sendo substituído por experimentar na hora de consumir.

Quer saber mais sobre o futuro do mercado de trabalho?

Leia nosso texto: Qual será o profissional do futuro

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