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capa clubinho da inspiração #2

Clubinho da Inspiração #2: a era do audiovisual

Bem-vindos ao Clubinho da Inspiração!

Mensalmente, reuniremos algumas das principais indicações de conteúdos que devem justamente inspirar: reflexão, criatividade, sabedoria, emoção e críticas. 

Para o mês de julho, realizamos mais uma edição com indicações livres. Ironicamente, todos os conteúdos indicados são produções audiovisuais, o que só evidência o poder do audiovisual na sociedade atual.
Além disso, são dicas perfeitas para curtir o friozinho do inverno debaixo das cobertas enquanto se maratona diversas produções inspiradoras.  

Todo mês, cada participante indica um conteúdo de forma secreta. As indicações são sorteadas entre o grande grupo (tipo amigo secreto). Cada um fica responsável de consumir o conteúdo que sortear dentro do prazo combinado. 

No dia da reunião do clubinho, além de muita comilança, todos apresentam seus conteúdos, com o objetivo de uma reflexão coletiva e, claro, para tentarmos adivinhar quem o indicou em primeiro lugar. 

1 – Seja criativo;

2- Qualquer produção vale como indicação (não se prenda apenas ao óbvio);

3- Produções que incentivem preconceitos e cultura de ódio estão VETADAS;

4- Tente diversificar e apresentar produções de pouco reconhecimento ou desenvolvidas por minorias sociais;

5- Seja crítico com aquilo que consome (nada de passar pano);

6- No dia da reunião, sempre que possível, traga ceva, comes e boa conversa consigo;

7- Engaje nas conversas dos outros conteúdos que não foram indicados ou sorteados por ti;

8- Venha de mente aberta, sempre!

No momento, os integrantes do clubinho fazem parte da equipe da agência, mas quem sabe, no futuro, você também possa fazer parte. Caso tenha interesse, estamos de portas abertas (nos contate!). 

Agora, as feras indicadoras:

Júlio #boss, Amanda #jornalista (social media e redatora), Daiane #designer (head de criação), Joel #criação e Alan #comercial (ainda criaremos apelidos mais criativos). 

Percebemos que, no mundo de hoje, podemos aprender em espaços que vão muito além de cursos e conteúdos educacionais. 

Ainda mais na era de produção de conteúdo, na qual podemos encontrar e explorar algo interessante e criativo, em grandíssima quantidade, nos mais diversos formatos. 

Pensando nisso, e mergulhados no sentimento de que muitas vezes ficamos perdidos com a quantidade enorme de opções de consumo (todos sabemos o que é demorar horas para escolher algo na Netflix), resolvemos criar uma forma de “trocar” conteúdos. 

Assim, o objetivo é guiar um ao outro em meio à imensidão de produções. Além de aumentar o repertório (algo muito importante quando se trabalha com criatividade) e gerar reflexões mais profundas sobre assuntos que muitas vezes ignoramos.  

vídeo + empreendimento

Canal dobra

plataforma: youtube
45 vídeos no total

SOBRE

Uma empresa que simplesmente vende carteiras ou algo a mais? A proposta da Dobra vai muito além de consumo e renda, mas sim, envolve conceitos de impacto positivo, economia colaborativa e setor privado como vetor de mudança. 

Assim, a empresa responsável por aquelas carteiras “de papel”, existente desde 2016, construiu suas estratégias de marketing entorno de ideias como o marketing de causa + marketing humanizado. Não é para menos que alguns de seus lemas são: “fazer local para inspirar global” e “impacto positivo is the new lucro”. 

Seguindo esta linha, eles investiram na mídia audiovisual – a mais consumida atualmente – e iniciaram uma produção contínua de vídeos para o YouTube. O trabalho é realizada em parceria com a produtora WE MÍDIA (também parceria da agência). 

Dentre as linhas de conteúdos estão os tradicionais FAQs (para tirar as dúvidas do pessoal), os vídeos de apresentação dos produtos e, claro, os vlogs (responsáveis por dar cara à marca, apresentando a vida daqueles que estão pro trás do empreendimento).

Com base em uma linguagem mais espontânea e jovem, os vídeos são realizados com a participação do pessoal que trabalha na Dobra. Assim, esse veículo entra em sintonia com a proposta das outras mídias da marca: são aberturas para que os clientes sintam-se mais próximos da empresa, quebrando a ideia de lucro como base, mas sim, investindo em mais humanidade como finalidade.

Além disso, dois pontos são chave para um conteúdo final dinâmico: humor e edição. A super produção não está no cenário ou em efeitos especiais, mas sim em uma comunicação mais natural e na edição final bem trabalhada.   

série-documentário

Tales by Light

plataforma: netflix
2015 | 3 temporadas

SOBRE

A fotografia é muito mais que capturar um momento, sua essência é contar histórias.

Com isso em mente, a série Tales by Light (contos pela luz) apresenta o que há por trás do trabalho de um fotógrafo que tem como objetivo explorar as histórias diversas que o mundo tem a nos contar. Cada episódio acompanha as aventuras de um profissional diferente, todos eles engajados em retratar as áreas mais remotas ou esquecidas da humanidade e natureza. 

Com uma estética baseada nas produções da National Geographic, os episódios além de belíssimos atraem pela profundidade de conteúdo. De um lado temos reflexões sobre a vida humana e nossa relação com a natureza, por outro, encontramos aspectos mais técnicos da própria fotografia. 

Quando se trata deste último aspecto, somos levados a entender o impacto que uma foto possuí, além de encarar questões éticas, teóricas e até inspirações sobre a produção fotográfica. 

Dessa forma, a série nos oferece uma experiência única de ver os mais diversos cantos do mundo e culturas exóticas por uma lente única: o trabalho de um fotógrafo.

Tales by Light foi produzida em parceria com a Canon australiana e dirigida pelo cinegrafista Abraham Joffe. Atualmente, conta com três temporadas, totalizando 18 episódios. 

documentário

Como o cérebro cria

plataforma: Netflix
2019 | 52 min

SOBRE

Uma das questões que mais nos assombra como profissionais: como ser alguém criativo? 

A criatividade é um objetivo de muitos, e diferente da ideia de dom ou talento, ela não é nata de poucos; mas sim, está presente em todos, de forma pessoal, e pode ser desenvolvida e exercitada. Exatamente isso que o neurocientista David Eagleman explora neste documentário. 

Ao longo da produção, ele entrevista diferentes profissionais, em busca de entender como funcionam seus processos criativos. Indo além de setores óbvios, como o artístico, ele também busca a fonte da criatividade em áreas como a ciência e até em uma prisão.

Neste caminho, ele desdobra, reflete  e também desmistifica conceitos básicos que envolvem a criatividade, como originalidade (nada se cria do nada, tudo se ressignifica), método, inspiração e fracasso. 

Quando se trata de fracassar, destaca-se a necessidade de passar por essa experiência, de arriscar e sair da zona de conforto. Os erros se tornam aprendizados e podem aguçar nossa criatividade.

No geral, o filme quebra a ideia de criatividade mágica, presenteada apenas a algumas pessoas ao nascer. Aqui a criatividade é democrática, é de todos, faz parte das adversidades e das particularidades de cada um. Mas, principalmente, ela deve ser praticada, quanto mais desenvolvemos esse processo, mais criativos nos tornamos.  

Em um ritmo frenético de edição e um período curto de produção, assistir esse documentário torna-se fácil e dinâmico, além de ser uma inspiração para já sair criando. 

vídeo

Canal Nostalgia: Albert Einstein

plataforma: youtube
2019 | 59 min

SOBRE

Qual o legado de uma das grandes mentes humanas? Como um físico alcançou a mesma fama que um popstar? O que torna Albert Einsten uma figura tão única e inspiradora? Esses são muitos dos questionamentos abordados ao longo desta produção, que tem como intuito retomar o histórico desta personalidade que teve grande impacto na sociedade. 

Mas aqui o protagonista não é somente Albert Einsten, mas sim o Canal Nostalgia em si. Em meio a muitas produções de péssima qualidade no YouTube brasileiro, este canal se destaca com qualidade, profundidade e profissionalismo. 

Desenvolvido por Felipe Castanhari –   eleito pela Forbes Brasil como um dos 30 jovens mais promissores do país em 2016-, vemos vídeos que valorizam princípios essenciais do audiovisual: oralidade, estética e edição. 

Com esmero, o vídeo de mais de uma hora não se torna cansativo, pois Felipe utiliza da edição e de materiais de arquivo para criar dinâmica e movimento. Da mesma forma, a produção cumpre seu papel educativo – ressaltado como objetivo do autor – que visa como público-alvo jovens e estudantes.

Neste ponto, a vasta pesquisa desenvolvida previamente ao vídeo é a chave para um roteiro de qualidade. Segundo Castanhari, alguns vídeos demoram quatro meses para serem realizados, desde a pesquisa inicial até a postagem. Aqui só deixamos uma crítica: a falta de fonte. Mas de resto, destacamos o trabalho do Canal Nostalgia e esperamos que produções como essas ganhem mais reconhecimento não só do público, mas do YouTube também, que geralmente não monetiza vídeos como esse (com o uso de imagens de outras produções).

vídeo

Tudo é um Remix

plataforma: youtube
2017 | 35min

SOBRE

O que é remix para você? Quantos remix você já fez hoje? 

Não se engane, não estamos falando do uso mais popular desse termo, referente à remixagem musical. Remix é muito mais comum que isso, é uma arte popular que faz parte da cultura e está presente diariamente na vida de todos. 

Neste vídeo produzido por Kirby Ferguson, somos apresentados ao conceito base da criação, no qual tudo pode ser considerado um remix, isso porque remix se consiste de três atos: copiar, transformar e combinar. 

Com a produção dividida em quatro partes, cada uma é responsável por abordar diferentes tópicos do ato de remixar, para assim entendermos a origem dessa prática, sua influência na cultura popular, assim como, em grandes produções (com ótimos exemplos disso), além de refletir sobre o processo de criação e repertório de inspiração. 

Outro aspecto importante que gera reflexão do autor é o direito autoral e as questões legais de se praticar remixagem (o que ele destaca como um lobby no direito). Entender esse ponto ajuda a compreender alguns limites e alguns exageros quando se trata de originalidade e patente.

Em uma linguagem própria do YouTube e seguindo a própria lógica do remix, o vídeo é feito com uma compilação de imagens + narrativa em off + legendas clássicas de ferramentas de edição de vídeo. Nesta linha, o vídeo apresenta com simplicidade como um remix pode ser facilmente criado. Um ótimo exemplo disso é o início da produção que faz um remix da abertura dos filmes Star Wars. 

Agora, qual indicação você vai maratonar primeiro? Qual indicação você tem para nos dar? Curioso para o próximo Clubinho?

Fique de olho, pois no próximo mês mais inspirações virão por aí. Por enquanto, fique com outros conteúdos que já foram indicados em nosso blog:

Mais conteúdos do Clubinho!

Confira o primeiro clubinho, com cinco super indicações especiais.

Cineminha para o finde!

Confira as "14 produções audiovisuais para conhecer mais sobre comunicação, criatividade e marketing".

Conteúdos produzidos por mulheres!

Confira mais em "ESPECIAL DIA INTERNACIONAL DA MULHER: Coleção de Conteúdos"

Inspiração para períodos curtos!

Confira mais em "Uma hora e meia de inspiração, reflexão e criatividade com TED"

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