O que significa on-line e off-line para o marketing?

Quer investir em marketing para sua empresa mas está perdido em meio a todos esses termos em inglês? É normal não entender muitos dos jargões, mesmo os básicos, do mundo do marketing, levando-se em consideração não somente a complexidade da área, mas o fato de muitos de seus conceitos serem de origem estrangeira, por isso, não possuírem uma nomenclatura em português.

Mas, estamos aqui para ajudá-lo a descomplicar essa visão. Pronto para conhecer mais? Venha descobrir o real significado dos principais termos do marketing em nossa nova série especial: #MktDescomplica

Desta vez, é hora de entender o que significa os termos (bem comuns) on-line e off-line, mais especificamente no marketing:

Você já deve ter visto ou ouvido falar do tal do on-line e off-line, termos que se tornaram bastante comuns nos últimos anos, principalmente com a popularidade da internet, dos celulares smartphones e das redes sociais. Basicamente, ambas palavras da língua inglesa surgem da união de duas expressões variantes e uma fixa: on (dentro) e off (fora) + line (linha). Assim, seu significado geral tem origem na era das tecnologias digitais com o intuito de apontar quando se está conectado (on-line) ou desconectado (off-line). Ou seja, quando você está ativo em suas redes sociais, e-mails e aplicativos, você está on-line; já quando está realizando outras atividades fora da internet, no mundo físico, você está off-line.

Mas, muito além disso, hoje eles já são utilizados para expressar diversas coisas, o que pode ser bastante confuso. No caso do marketing, essas palavras possuem significados específicos (tradicional e digital), porém, ainda estão em consonância com a ideia de mundo digital e mundo físico.

Marketing 
Off-line

Desconecte a internet e todos os seus aparelhos digitais, o que você tem? Considere esse cenário por um momento, isso não lhe lembra de como eram os comércios antigamente? É exatamente por isso que muitos classificam as estratégias de marketing off-line como tradicionais, pois por muito tempo elas eram as únicas opções possíveis.

Dessa forma, no caso do marketing, o off-line abrange todas as estratégias e recursos que tem espaço no mundo físico ou nas mídias tradicionais (jornal, rádio e televisão). Alguns exemplos clássicos disso são as propagandas para televisão, outdoor, panfletagem, correspondências via correio, eventos e, claro, ações presenciais (no ponto de venda/comércio).

Neste caso, o marketing off-line é geralmente utilizado em casos no qual se visa atingir um público segmentado sem acesso ou conhecimento digital (devido a renda, localidade ou faixa etária), o que o torna, ainda hoje, uma das melhores opções para campanhas destinadas a um público maior ou de massa, pois para englobar a todos é necessário utilizar a mídia mais acessível. – o que ainda não é a internet.

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No Brasil, 35,3% da população acima de 10 anos não tem acesso à internet, o que  representa quase 60 milhões de pessoas, se concentrando principalmente no segmento acima de 60 anos;

A maior fraqueza deste tipo de marketing, além do fato de ser mais invasivo, é a dificuldade para se mensurar os resultados  em números concretos. Por isso, caso busque avaliar a campanha, é necessário bastante planejamento, com objetivos e estruturas bem definidas. Um ótimo exemplo disso é o marketing outbound mais moderno: simplificando, esse estilo de marketing é voltado a ações mais pró-ativas e agressivas de abordagem visando aqueles que são clientes em potencial, logo que identificados.

Pontos positivos

  • Credibilidade
  • Acessibilidade
  • Alcance de Massa
  • Experiências próximas

Pontos negativos

  • Sensação de Invasão
  • Desperdício de Investimentos
  • Dificuldade de mensuração
  • Estratégias antiquadas
Marketing 
On-line

Com a revolução da internet, todos estamos frequentemente conectados. Segundo dados do Ibope, os brasileiros ficam diariamente 3h39min nas redes sociais. Isso oferece um ambiente perfeito para divulgar um negócio, não? Exatamente por isso que o marketing on-line ou digital está em pico atualmente. Suas ações ou estratégias são realizadas todas no mundo digital (recursos que dependem da internet), o que pode ser por meios como: e-mail, redes sociais, sites, vídeos, aplicativos de celular e muitos outros, as opções são múltiplas.

O que você deve saber sobre social media

Descubra mais sobre o poder das redes sociais no marketing digital neste texto do blog.

Visto isso, ele se torna uma forma menos invasiva e mais rotineira na vida das pessoas, algo que possibilita uma relação mais personalizada entre marca e cliente. Sua plataforma oferece ferramentas que identificam um público melhor segmentado (por gostos, localidades, idades, faixa econômica e muitas outras características), ou seja, devido ao acesso a informações mais amplo, é possível compreender melhor o seu consumidor, o mercado e seus concorrentes. Além de tudo, é também mais fácil mensurar o resultado de suas campanhas, com programas e metodologias voltadas especificamente para isso.

Pontos positivos

  • Segmentação
  • Custo-benefício
  • Engajamento
  • Mensuração de resultados

Pontos negativos

  • Concorrência
  • Pessoas desconectadas
  • Estratégias mal aplicadas
  • Interações negativas
Em qual investir? 
Animate

Antes de comparar ambas em uma luta infinita por em qual delas deve investir, que tal pensar em uma forma de fazer com que ambas conversem entre si ao seu favor? Como empresa, cada caso é um caso, mesmo assim, o ideal é balancear ambos estilos e aproveitar os pontos positivos que as duas oferecem; daí, dependo do seu público-alvo ou nicho de mercado, você poderá pender mais para um lado ou para o outro.

O ideal é que você utilize ambas de forma a criar uma experiência marcante ao seu cliente, para que ele se sinta bem-vindo a se envolver com a empresa. Utiliza-as também para conhecer sua clientela, estreite os laços. E sempre busque inovar, investir em recursos atualizados e quebrar estigmas. O marketing on-line nem sempre será a resposta e o off-line nem sempre precisa ser antiquado, muito pelo contrário; por exemplo, ele pode ser uma grande aposta para experimentar o marketing sensorial, que não pode ser utilizado em totalidade pelo digital.

Também nunca se esqueça: ambas estratégias devem seguir uma mesma linha. O melhor resultado virá quando a empresa conseguir desenvolver um diálogo entre o off-line e o on-line, sem que sejam opostos, mas sim, como complementares.

Veja mais um texto do #DescomplicaMKT

Descubra mais um conceito básico do marketing no texto "Afinal, o que é branding?"
Afinal, o que é branding?

Quer investir em marketing para sua empresa mas está perdido em meio a todos esses termos em inglês? É normal não entender muitos dos jargões, mesmo os básicos, do mundo do marketing, levando-se em consideração não somente a complexidade da área, mas o fato de muitos de seus conceitos serem de origem estrangeira, por isso, não possuírem uma nomenclatura em português.

Mas, estamos aqui para ajudá-lo a descomplicar essa visão. Pronto para conhecer mais? Venha descobrir o real significado dos principais termos do marketing em nossa nova série especial: #MktDescomplica

Começando pelo básico, é hora de entender o que significa aquele tal de branding.

Provavelmente um dos termos mais utilizados no mundo do marketing, o branding tem as percepções mais amplas e às vezes equivocadas, decorrente do fato que muitos não sabem exatamente sua real definição. Sendo simples e direto, no bom português, branding (verbo oriundo da palavra inglesa brand, que significa marca) significa gestão de marca. Ou seja, ele se refere a todas as ações e estratégias que tem como objetivo definir a personalidade (ou até reputação) da marca a fim de consolidá-la e torná-la mais atrativa ao mercado.

“São ações que, tomadas com conhecimento e competência, levam as marcas além da sua natureza econômica, passando a fazer parte da cultura, e influenciar a vida das pessoas.”

José Roberto Martins

Essas ações são essenciais para o desenvolvimento de todos os processos da empresa, não somente da comunicação e relação com o cliente. Dessa forma, são primordiais desde o início da jornada de negócio, visto que assim é possível desenvolver a marca com credibilidade e embasamento, tendo noção que essa prática visa resultados a longo prazo.

A importância do branding 

Nesse processo de construção e gestão da marca (todos os fatores que a compõem) dois pontos são importantíssimos: imagem e valores. O primeiro remete a aspectos mais visuais e o segundo a questões éticas e de conexão emocional. Quando ambos são bem definidos e executados, a marca tem mais chance de chamar atenção, se diferenciando da concorrência e desenvolvendo um laço mais concreto e duradouro com o consumidor.

Na era digital isso ganha novos nuances. A imagem é de extrema importância para ser único, e os valores ainda mais. Marcas sem profundidade ou impacto estão perdendo seu espaço aos poucos. Por isso, é fundamental que isso seja bem elaborado desde o princípio, como parte do branding.  

Assim, sua marca vai se transformando, aos poucos, em uma “pessoa”, ganhando formato, personalidade e posicionamento. São essas características de origem humana que a tornam acessível e relacionável ao público. Como diz o criador do Starbucks, Howard Schultz, “Uma marca tem que parecer um amigo”.

Como apresentado por muitos pensadores, a escolha do público por uma determinada marca se dá pela identificação com os sentimentos e sensações que ela nos transfere. Quando conseguimos enxergar na marca aquilo que vemos ou que almejamos ver em nós, a conexão está feita com sucesso.

Mas, atente-se! É preciso veracidade e constância na identidade ou DNA da sua marca. Todos os mínimos detalhes devem estar em sintonia com a realidade da empresa e suas visões de mundo, pois se há algo que o público odeia é quando são enganados. Assim como uma pessoa, a marca deve ter convicção naquilo que comunica e evitar aquele ditado do “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”, o que é comunicado deve condizer com o que é praticado no dia a dia.

Branding na prática 

O branding não possui uma única forma de executá-lo. São diversas metodologias que possuem pontos em comum. Inicialmente, a maioria delas parte de uma série de questionamentos e bastante pesquisa. Esse é o momento de entendermos o mercado em que a marca está prestes a se inserir ou já inserida: qual o seu produto/serviço? Quais são seus concorrentes? Quais são seus diferenciais? Quais seus pontos positivos e negativos? Quem é o seu público consumidor? Qual será seu papel e impacto como agente social?

Essas e muitas outras questões servirão para entender o posicionamento da sua empresa, com quem ela irá se comunicar, como irá exercer sua ética e responsabilidade social, e o que ela tem a oferecer. É necessário ter esse conhecimento para então definir as ações que devem ser aplicadas. Conhecimento é chave, sem ele as estratégias facilmente podem cair por terra ou ter os resultados contrários. Algumas das metodologias mais conhecidas para isso são a Análise SWOT e Wanna Be. 

Depois de analisar todos esses pontos, coloca-se a mão na massa. Se a marca é nova, o processo parte da escolha do nome (naming), slogan e na criação da identidade visual (logo, sinais gráficos, cores e aspectos visuais em geral). Esse detalhes visuais devem estar em sintonia com a personalidade da empresa, seu negócio e com o perfil do público consumidor. Isso porque essa será a primeira e principal conexão entre indivíduo e marca, e, geralmente, é o aspecto mais memorável e reconhecível entre a população. Assim, define-se o design que será utilizado em produtos gráficos off-line (impressos) e on-line (digital), pelo qual a empresa será lembrada e associada.

Visto isso, do outro lado da mesma moeda estão as estratégias de comunicação (publicidade/imprensa/relações públicas), que podem ser tradicionais ou digitais. Neste ponto o importante é escolher os meios e a linguagem que mais combinam com sua marca e que irão atingir o público alvo com mais facilidade e impacto. A chave do sucesso nesse ponto se encontra objetivos bem delineados, criatividade e (claro!) informação.

Sem uma base concreta, o branding pode se tornar um barco furado, cheio de conceitos mas sem nenhum resultado real. Fuja do famoso meme expectativa vs. realidade, fuja de discursos pomposos somente pois parecem mais efetivos. Para o branding ser de sucesso não há uma receita pronta, é primordial unicamente que você parta do fator mais importante: quem é a sua marca? Ah, e contrate profissionais especializados para auxiliá-lo nesse processo.

*Infográfico: Branding Design 4 One
Caso BelleBio: quando uma marca pode ser uma transformadora social

Quer conhecer mais sobre os trabalhos que realizamos? Essa é a sua oportunidade.  A série especial “Criando Grandes Sonhos” irá narrar casos e parcerias que marcaram a jornada da agência, especificando momentos chave e os principais trabalhos executados, com as perspectivas de sucesso e de aprimoração. Seja bem-vindo a nossa caminhada!

Em nosso segundo texto, relatamos a experiência com uma e-commerce paulista – nossa primeira cliente fora da região sul – que acredita na importância social que sua marca pode exercer. Descubra mais sobre a BelleBio e sua conexão entre beleza, bem-estar e meio ambiente.

A maternidade é uma experiência transformadora, que, em muitos casos, muda a ótica que temos sobre o mundo, principalmente sobre o seu futuro. No caso da nutricionista Loredana Ubeda Morandi, a gravidez de sua primeira filha, em 2015, foi o estopim para refletir e reavaliar diferentes aspectos da vida, o que levaram-a a mudar sua relação com seu corpo e com os cosméticos que utilizava, em virtude do bem-estar do bebê.

Ao notar que os produtos de higiene e beleza presentes no mercado oferecem perigos à saúde e ao meio ambiente, surgiu a busca por alternativas de impacto mais positivo. Assim, floresceu uma relação de amor com os produtos de origem natural/orgânica e ecologicamente corretos, sem o uso de ingredientes tóxicos e nocivos ao organismo ou à natureza.

Com a descoberta de um novo mundo, foram alguns passos até a criação da BelleBioem maio de 2018, e, após, do e-commerce destinado à beleza natural, com o objetivo de ofertar ao público as melhores opções em biocosméticos. Todas selecionadas com responsabilidade, ressaltando a veracidade dos processos de produção, conforme as principais certificações da área (EcoCert, Cruelty Free, IBD e outros).

Com uma mensagem social fortemente estabelecida desde o princípio, o primeiro desafio tornou-se transformá-la em algo acessível ao público leigo, assim como, passar credibilidade e segurança sobre o tema. Muitas pessoas não têm o conhecimento sobre a possibilidade de escolha de um cosmético natural ao invés de um convencional”, elucida Loredana.

A segunda meta, mais focada na estrutura empresarial e digital, voltava-se a buscar uma experiência efetiva entre cliente e e-commerce. Ou seja, é preciso que todos os pontos, desde as vendas até a comunicação, estejam sempre alinhados, independente das adversidades que surjam, para que a jornada do cliente seja construtiva e marcante. O desafio de montar uma loja online é diário. Aprendemos muito mesmo, todos os dias”, enfatiza.

Esses dois momentos fizeram parte dos meses que antecederam o lançamento oficial da loja virtual, o qual incluíram diversas estratégias de marketing (descritas abaixo), algumas que ainda estão em desenvolvimento no presente momento.

Branding

Neste primeiro momento, desenvolvemos o posicionamento da marca no mercado, com o método de Wanna Be (cujo estabelece o cenário de start da empresa e direciona sua jornada de mercado). Para então trabalharmos na identidade visual, já existente, aprimorando-a conforme a personalidade formulada para marca.

Material gráfico

Para aprofundar o relacionamento com o cliente e gerar uma experiência marcante, criamos as artes e texto das embalagens, caixas de produto e do cartão semente, de acordo com a essência ecológica da empresa.

Campanha Audiovisual

Como ação de lançamento do e-commerce, apostamos na presença do audiovisual - mídia de alto engajamento no momento. Assim, realizamos um vídeo + três stories de apresentação da marca, em parceria com a produtora audiovisual WE MEDIA, seguindo a premissa de "desconecte-se" e "reconecte-se", no qual os produtos da BelleBio são a conexão entre beleza e bem-estar.

Marketing Digital

Para estabelecer a presença digital, extremamente importante para empresas de e-commerce, desenvolvemos uma página no Facebook, uma conta no Instagram e um canal no YouTube. Alinhamos, também, as identidades de arte e conteúdo, com planejamento mensal/semanal, além de interligar os produtos da loja virtual à loja do Facebook.

Marketing de Conteúdo

Como estratégia de credibilidade, experiência do cliente e de impacto social, realizamos a produção de conteúdo nas redes sociais e em blog. Isso com o intuito de aproximar conceitos da área dos biocosméticos àqueles que possuem pouco ou nenhum conhecimento sobre. Ou seja, não apenas ser comercial, mas ser fonte de conhecimento e transformação.

Foram cinco meses dedicados aos trabalhos pré-lançamento do e-ccomerce, que veio à tona no dia 21 de janeiro de 2019, com um planejamento de estratégias de vendas e conteúdos bem estabelecidas, tudo para fornecer bases sólidas de crescimento da marca e conexão com o público.

“Nos dias atuais, essas ferramentas são essenciais a qualquer empresa que deseja existir e ‘fincar raízes sólidas’ no comércio em geral, tanto físico quanto eletrônico”

Loredana Ubeda Morandi

Atualmente, poucos meses depois, a empresa começa a colher seus primeiros frutos com o aumento de envolvimento e de vendas. Da mesma forma, a produção de conteúdo vai estabelecendo espaço de credibilidade e profundidade para a marca. 

Os trabalhos em geral vão se aprimorando e se adaptando às novas demandas, conforme a flexibilidade necessária que todo e-commerce necessita, o que fluí de uma parceria aberta e bem alinhada entre a empresa e a agência. “Estamos desenvolvendo uma parceria de muita franqueza. […] O que precisa alterar, mudar ou melhorar em algum serviço é dito de imediato e sempre atendido”, destaca Loredana. Quando ambos os lados confiam no potencial e profissionalismo, sem abandonar a troca de conhecimentos, todos crescem e evoluem.

Sua marca também pode ter um impacto social positivo! Invista em estratégias corretas de marketing e comunicação, conforme os princípios da sua empresa. O principal é que profissionais qualificados estejam engajados nessa produção. Não fique para trás nas transformações do mercado, se posicione e cresça conosco.

Abra seus olhos para um novo mundo!

Conheça as soluções e estratégias que podem destacar a sua empresa.
Caso SPO: quando diferencial e credibilidade se encontram

Quer conhecer mais sobre os trabalhos que realizamos? Essa é a sua oportunidade.  A série especial “Criando Grandes Sonhos” irá narrar casos e parcerias que marcaram a jornada da agência, especificando momentos chave e os principais trabalhos executados, com as perspectivas de sucesso e de aprimoração. Seja bem-vindo a nossa caminhada!

Neste primeiro texto, relatamos a experiência com uma empresa local de enorme potencial de mercado, mas que precisava de um guia para saber como chegar lá. Descubra mais sobre a SPO Tecnologia, da cidade de Harmonia, no Vale do Caí.

Reconhecido pelo forte setor moveleiro e pelo agronegócio, poucos sabem que diversas cidades do Vale do Caí vem se tornando um centro de desenvolvimento tecnológico na área da informática, tudo isso devido aos jovens, estudantes e visionários, que entenderam particularidades locais cuja as empresas de referência, com base em grandes centros urbanos, nunca entenderiam.

No centro dessa cena, encontra-se a SPO Tecnologia, fundada em agosto de 2017 por Odair Pianta, 27 anos, bacharel em Gestão Financeira pela Unisinos. “Surgimos da demanda do mercado por softwares de gestão especializados na área fim da empresa ou em uma área específica, que não eram atendidas pelos grandes softwares presentes no mercado”, ele relata.

Mas, nem sempre todo conhecimento e diferencial do mundo consegue se destacar sem certas aprovações do mercado, aprovações essas que geram credibilidade, destaque competitivo e sucesso. Para chegar neste ponto, e superar os primeiros estágios de inserção comercial, estratégias sólidas e metas bem definidas são importantíssimas. Ou seja, o marketing é um dos pilares que podem erguer ou derrubar uma empresa em seus primeiros anos (ou em toda a sua história).

Seu papel pode não parecer simples, com razão, pois pode ser complexo; mas de forma resumida, é o marketing que desenvolverá a noção de marca. O conceito de negócio parte de oferta e venda, custo e receita. Uma empresa parte das pessoas que a constroem, da hierarquia e relação entre todos, dos processos necessários e do serviço/produto ofertado. Já a marca se assemelha à ideia e ao conceito da empresa, ela é a imagem e a mensagem que se busca transmitir, como se fosse a personalidade ou uma pessoa que gera conexões, transmite valores e impacta realidades sociais.

“Na era digital, na qual há inúmeras opções para atender as necessidades das empresas, ter uma marca com credibilidade é imprescindível para manutenção e geração de novos negócios”.

Odair Pianta

Tendo isso em mente, é entendível que boas estratégias de marketing são essenciais para estabelecer um espaço de confiança e profissionalismo, que conecte o cliente diretamente aos pontos de qualidade da empresa, abrindo terreno para um relacionamento mais sadio.

Ironicamente, uma das nossas ações de credibilidade, o blog, foi o que nos levou a realizar essa parceria em primeiro lugar. Após a leitura de alguns textos e a percepção da qualidade de conteúdo, Pianta contatou a agência, com quem via também a possibilidade de um atendimento mais próximo.

Logo, notou-se a necessidade de se estruturar o posicionamento da empresa dentro do mercado. Para isso, os trabalhos que realizamos se enfocaram em três eixos:

Branding

Neste ponto, desenvolvemos a identidade visual da marca, determinando os elementos visuais que representam a marca ao público; isso envolve a escolha de cores, fontes, traços, decodificadores e outros. Um processo de criação que tem como principal conclusão a definição do logotipo. Partindo disso, também são planejadas as estratégias de posicionamento, conteúdo e comunicação.

Posicionamento

Momento em que define-se o posicionamento da empresa no mercado, assim como, em relação aos clientes. Neste processo, utiliza-se de diferentes metodologias do marketing, como o Golden Circle, SWOT e a composição de personas. De forma resumida, isso deixa mais claro os pontos fortes e fracos - ou seja, que devem melhorar - da empresa, da mesma forma, que elucida concorrências e as melhores estratégias para aprimorar o trabalho/comunicação.

Estratégias de Venda

Com o posicionamento definido, é mais fácil entender as estratégias de venda que funcionarão melhor para cada caso. Dessa forma, neste ponto, coloca-se em prática esse conhecimento para planejar ações de incentivo a venda e conexão com possíveis clientes, que podem ser Inbound (forma mais branda, que cria conexões com o cliente por meio de conteúdo) e/ou Outbound (forma mais direta e tradicional, que investe em estimulo de consumo).

Foram nove meses dedicados ao aperfeiçoamento das estratégias, com trabalhos de criação, assessoria e planejamento, para alcançarmos o patamar em que os resultados esperados fossem naturais e longínquos. No meio deste período, a relação se aprofundou e fez com que todos nós evoluíssemos em conjunto. “Revelou-se uma jornada de muito crescimento e troca de experiências. O que superou as expectativas e gerou um grande impacto em nossa empresa”, enfatiza Odair. O sentimento é recíproco, pois sabemos que o trabalho foi transformador quando ele deixa marcas positivas em ambos os lados, tanto na marca quanto na agência responsável.

Quanto à posição da empresa atualmente no mercado tecnológico, seu diferencial já não é somente um ideia desconhecida; com as estratégias corretas, isso se tornou o cerne crível da empresa, o impulsionador da marca. Com impulsão de público, o sentido de expertise foi definido como carro-chefe da SPO. “Percebemos uma mudança em nossos atuais clientes, que passaram a nos tratar como uma empresa madura. Prospectamos clientes que não teríamos conseguido sem possuir uma marca e posicionamento definidos, explica Pianta.

Se identificou com a história de Odair? Sua empresa também pode evoluir bastante com as estratégias corretas de marketing e comunicação. O principal é que profissionais qualificados estejam engajados nessa produção. Não fique para trás nas transformações do mercado, se posicione e cresça conosco.

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Precisamos falar sobre responsabilidade social nas empresas

Diante dos impactos deixados pelos processos produtivos e corporativos, que há séculos culminam na exploração de recursos naturais e consequentemente contribuem com o surgimento de demandas sociais e ambientais, é passado a hora das empresas se posicionarem como agentes socioambientais.

Não há mais espaço para marcas que visam apenas vendas e números de mercado. É preciso ir além. A responsabilidade ética está batendo na porta e cobrando a todos pelo saldo negativo que certas ações geram ou podem gerar à humanidade. A nova missão não é meramente ilustrativa, como um quadro emoldurado no hall de entrada, ela deixou de ser uma finalidade para ser o cerne do desenvolvimento. Chegou o momento de colocá-la em prática, principalmente na busca por alternativas mais sustentáveis, assim como, por formas de reverter e neutralizar os possíveis impactos negativos.

“Isso significa que o que é feito hoje não pode impactar negativamente as gerações futuras e nem a continuidade do que está disponível, em termos econômicos, sociais e naturais.”

Eduardo Wolkan | Cofundador do portal Transformação Digital

Desenvolvimento Sustentável 

Por muito tempo se acreditou que desenvolvimento e crescimento econômico eram praticamente como sinônimos, para se ter um deveria se ter o outro e vice-e-versa. Mas essa visão não poderia ser mais limitada, da mesma forma que muitos empresários se enganam ao crer que seus papéis no mundo são apenas de cunho econômico.

Na verdade, logo percebeu-se que para algo ser considerado desenvolvido (seja um país, uma comunidade ou uma empresa) é necessário uma união de fatores. Essa concepção tornou-se reconhecida mundialmente com a criação do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), cuja a base são: longevidade, nível educacional e Produto Interno Bruto (PIB) per capita. Ou seja, “[…] três opções básicas devem estar presentes e são condições para um verdadeiro desenvolvimento, que não signifique apenas crescimento econômico: vida longa e saudável à população; pessoas com condições e capacidade de adquirir conhecimentos; e pessoas com acesso aos recursos necessários a um padrão de vida decente”. (LUZ, p.3, 2019).

Com um novo olhar sobre os aspectos de desenvolvimento, as ideias evoluíram e novos conceitos surgiram voltados ao mercado empresarial. Assim chegamos ao desenvolvimento sustentável, referente “[…] a modelos de desenvolvimento que pregam o crescimento econômico através de práticas de utilização racional dos recursos naturais e de tecnologias mais eficientes e menos poluentes. Esta concepção envolve, ainda, a realização de projetos sociais e políticas que buscam a diminuição da pobreza e a satisfação das necessidades básicas da população, com foco na qualidade de vida das pessoas.” (LUZ, p.3-4, 2019)

“[...] pode-se dizer que ele é um desenvolvimento que deve ser socialmente justo, ecologicamente correto, tendo como um dos seus componentes o crescimento econômico, mas não tendo este crescimento como finalidade. Deve, sim, ter como eixo central, como finalidade, a pessoa humana e sua relação com a Terra, garantindo a satisfação das necessidades humanas, a qualidade de vida da população, sem comprometer os recursos do planeta, de maneira a se garantir a continuidade das gerações vindouras".

Lucas Henrique da Luz

Como uma ramificação deste conceito, surge o Desenvolvimento Regional Sustentável, no qual a ideia cerne mantém-se, mas, desta vez, voltada a comunidades específicas. Nesta perspectiva, o objetivo é diagnosticar os impactos, deficiências e problemas locais, em busca de resolvê-los em coletividade.

Como aborda a teoria do equilíbrio de interesses, de Silveira (2010), “Uma empresa que prejudica e empobrece seu entorno (o local onde está inserida) empobrece a si própria e tende a não sustentar sua atuação a médio e longo prazos”. (LUZ, p. 11, 2019).

Responsabilidade Social Corporativa 

Visto que o desenvolvimento das empresas deve respeitar aos fatores básicos citados anteriormente (e não somente aos números do setor financeiro), outra noção torna-se primordial: a Responsabilidade Social Corporativa.

Considerado como algo similar a um modelo de gestão empresarial, seus princípios e valores éticos determinam que a conduta e a atuação da empresa contribua para o âmbito social, ambiental e econômico das sociedades. Ou seja, todos os aspectos da empresa devem ser pensados conforme seu impacto social, desde macro-ações – como no uso de energias alternativas ou na doação de recursos para comunidades carentes – até micro-ações – como o abandono de canudos e o reaproveitamento de alimentos.

Para medir e certificar a responsabilidade social das empresas, de acordo com as normas previstas, existem órgãos certificadores destinados. Dentre eles, podemos citar a SA 8000 e NBR 16001, a ISO 26000, a ISO 14001, a OHSAS 18001 e a AA 1000.

Como base para colocar em prática a Responsabilidade Social Corporativa, usam-se os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (Agenda 2030), declarados pela Organização das Nações Unidas (ONU). Eles servem como guia para entender as carências sociais e as metas de desenvolvimento humano, assim como, para nortear os pontos de transformação que as marcas devem se atentar.

Metodologias de aplicação 

Além de reformular processos e repensar atitudes, as empresas com responsabilidade social também frequentemente desenvolvem projetos de ação afirmativa e cunho social, voltados ao incentivo ou melhoria de condições humanas, ambientais, educacionais, culturais e econômicas. Porém, não confunda isso com o tom pejorativo de “caridade”. Esses projetos exigem planejamento, métodos de aplicação e acima de tudo, impactos positivos e verdadeiros, de acordo com os objetivos ilustrados acima.

Para realizar um projeto social, a metodologia mais utilizada é questionar-se:

Ao responder essas perguntas (de forma sincera), torna-se mais simples desenvolver um roteiro de ação, com objetivos claros, cronograma, orçamento e metas devidamente estabelecidas. Ao longo da aplicação do projeto e após, é indicado que seja realizado avaliações constantes dos resultados que são alcançados, assim como, dos imprevistos que surgem e como eles podem ser contornados.

Inspirações e casos de sucesso também pode ser um ótimo norteador neste processo. Lembre-se das empresas que são popularmente conhecidas pelas ações sociais de sucesso, pesquise sobre seus processo e suas campanhas.

Cenário atual 

Muitos estudos já comprovaram que empresas que investem em diversidade e desenvolvem um perfil social ativo obtém vantagem competitiva e se destacam em aspectos de inovação no mercado. Enquanto marcas com perfis tradicionais e retrógrados permanecem para trás, presas em métodos antiquados, desiguais e excludentes, que não representam a realidade da sociedade, muito menos, geram conexões de qualidade com o público. Um ótimo exemplo disso é a transformação da marca Skol, que ao transformar seu corpo profissional e sua estratégia de marketing, se redimiu com o público, que não mais se identificava com seu histórico de comunicação machista.

Mas, as ações podem ir bem além, ainda há muito a avançar quando se trata das empresas reconhecerem seus papéis de transformadoras sociais. Para entender mais sobre o cenário atual do mercado brasileiro, os benefícios da responsabilidade social corporativa para sua empresa e a importância de colocar esse objetivos em prática, indicamos as leituras abaixo:

Perfil Social, Racial e de Gênero das 500 maiores empresas do Brasil e suas ações afirmativas

Relatório realizado pelo Instituto Ethos, em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento.

O social é a causa

Veja o texto especial que realizamos sobre o marketing de causa.

Um guia sobre a atual Responsabilidade Social Corporativa

Texto desenvolvido pelo portal Transformação Digital

*Algumas das citações deste texto foram retiradas do capítulo “Sustentabilidade e Desenvolvimento”, elaborado por Lucas Henrique da Luz, retirado do curso de Responsabilidade Social Empresarial da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos).

Você já mediu a maturidade digital da sua empresa?

AMADURECER

  1. Tornar(-se) maduro; amadurar(-se), sazonar(-se);
  2. Tornar-se experiente ou maduro na vida;
  3. Aprimorar-se ou elaborar-se (doutrina, método, teoria etc.).

Quando analisamos o significado do verbo “amadurecer” percebemos que ele é um termo essencial em todos os aspectos de uma empresa. Ser maduro, ou seja, colecionar experiências e aprimorar-se por meio delas, é imprescindível para alcançar patamares de inovação, sucesso e credibilidade. 

No mundo digital, a regra mantém-se, pois a transformação digital exige constantemente a maturação de conhecimentos em rápida velocidade. Os processos abandonam o analógico pelo digital, contudo, eles não devem ser os únicos, a mentalidade também deve seguir o mesmo caminho. Não basta o investimento em tecnologias, é necessário que todos os pormenores, principalmente os profissionais, sigam a lógica digital. De forma geral, isso é o que chamamos de maturidade digital.

Seguindo a mesma ideia do conceito de alfabetização digital – referente à compreensão de signos e concepções do mundo digital -, a maturidade digital serve para medir e qualificar o quão digital é uma empresa, isso com base em pontos de importância e capacidades no âmbito on-line.

Patamares de Maturidade Digital 

Para que as empresas consigam entender onde se encontram na vastidão que é a experiência digital que leva a tão quista maturidade, o Google e o Boston Consulting Group (BCG) desenvolveram um guia dos quatro estágios de maturidade digital.

Nascentes
Emergentes
Conectadas
Multimomento
"Nível mais básico, em que empresas fazem campanhas usando dados com baixa ligação a resultados".
"Empresas fazem campanhas baseadas em dados de consumidores, além da compra de mídia programática".
"Empresas mantêm dados integrados e ativados ao longo de múltiplos canais, com conexão clara a ROI e resultados de vendas".
"Nível mais evoluído, em que empresas têm execução otimizada e personalizada baseada no resultado individual de cada cliente, em todos os canais".

Existem múltiplas características, além das citadas, que separam cada grupo. Da mesma forma que muitos quesitos do mundo off-line são também influenciados pelo nível de maturidade digital da empresa, principalmente a relação custos vs. receita, como é possível ver abaixo:

Passos da Maturidade Digital no Marketing  

1º PASSO
Presença Digital
Ter um site profissional e perfis nas principais redes sociais. Utilizar programas como o Google Analytics.
1º PASSO
2º PASSO
Visibilidade
Desenvolver um blog para produção de conteúdo + investir em anúncios pagos nas redes sociais e no Google.
2º PASSO
3º PASSO
Marketing de Conteúdo
Definir uma persona para o seu negócio, para, a partir disso, traçar a jornada de compra do cliente. Visto isso, desenvolver sua estratégia de conteúdo, pautando os principais assuntos a serem abordados, mantendo uma frequência de postagens.
3º PASSO
4º PASSO
Prova de Canal
Configuração de RD Station, geração de leads, investimento em mídia paga e monitoração de dados.
4º PASSO
5º PASSO
Automação do Marketing
Segmentação de estratégias, como leads + estratégias de conteúdos em redes sociais e e-mail marketing.
5º PASSO
6º PASSO
Otimização Constante
Definir e analisar metas, otimizar a produção de conteúdo e qualificar os leads.
6º PASSO
7º PASSO
Integração Marketing e Vendas
Inbound Sales + Jornada de Compras automatizada e segmentada.
7º PASSO
8º PASSO
Referência Digital
Criação de novos canais e otimização de SEO, consequentemente, levando à fidelização automática de clientes.
8º PASSO
9º PASSO
Fluxo Completo
Aprimorar sistemas de análise e feedback + produção de conteúdo segmentado.
9º PASSO
10º PASSO
Maturidade Digital
Retenção e experiência do cliente automatizadas, segmentadas e realizadas digitalmente com sucesso.
10º PASSO

Os principais desafios  

Sem dúvida, o caminho para se tornar uma empresa digitalmente madura é longo e repleto de desafios e transformações, sendo o maior de todos o de sair do papel e colocar as ações em prática.

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dos executivos das empresas menos maduras digitalmente afirmam que suas empresas passam mais tempo falando sobre negócios digitais do que efetivamente agindo para colocá-los em prática.

Além do planejamento e do investimento em tecnologias, é preciso mudar a mentalidade e os processo, investir em conhecimento e não ter medo de colocar em prática. Na tentativa e acerto – assim como o processo de maturação de uma criança ou adolescente – que aprendemos o que funciona melhor e adquirimos maturidade. Semelhante ao processo humano, a maturidade digital também depende do ato de ter diversas experiências.

Mas, nunca se esqueça, todos devem fazer parte desta jornada, ninguém pode ficar de fora, seja financeiro, vendas, TI, marketing, atendimento, recursos humanos, gerenciamento, e o mais importante de todos: o cliente (em específico, sua relação com a empresa).

Outro grande desafio a ser superado é a falta de integração entre dados e estratégias do off-line e on-line. Não considere ambos como mundos separados e sem ligação, quando, na verdade, ambos são dependentes um do outro. Para se ter realmente sucesso e maturidade digital, é preciso integrar o mundo físico e real ao digital.

Nesta mesma leva podemos considerar como barreiras: o pouco investimento em automatização e personalização; a baixíssima dedicação à mensuração, análise e atribuição de valores; o uso de métodos de organização ineficazes e a negação de ações colaborativas.

Cenário Atual  

Globalmente, a maturidade digital já é algo visado por muitas empresas. Infelizmente, a realidade não é a mesma no Brasil, que timidamente dá seus primeiros passos de destaque no mundo digital.

Algo que demonstra a falta de conhecimento do consumidor local e de aptidão para aproveitar as oportunidades preciosas que nosso mercado oferece, já que, no final das contas, boa parte da população se apresenta receptiva a anúncios on-line.

Dessa forma, a falta de conhecimento e de investimento no mercado brasileiro coloca as empresas nacionais em níveis mais baixos de maturidade, ao contrário da realidade européia, que está em ascensão, conforme os dados da pesquisa da Google + BCG:

Seja sua empresa uma nascente, emergente ou nenhuma das classificações, é importante abrir as portas para a transformação digital e investir ao longo prazo para um dia alcançar a maturidade digital. Quem sabe você pode fazer a diferença e se destacar no cenário nacional?

Quer saber mais sobre a importância da Transformação Digital?

Descubra em nosso texto especial sobre o assunto: Seja parte da Transformação Digital.